terça-feira, 22 de julho de 2014

Soltar pipa dá aula de Educação Física


Soltar pipa dá aula de Educação Física, Geografia, Ciências e cidadania

Antes de se divertirem empinando quadrados - ou papagaios, ou raias -, os alunos de Vanja conheceram a ciência que existe por trás da brincadeira e medidas de segurança, para não correrem riscos



A turma de Vanja empina pipa no pátio da escola: brincadeira, sim, mas com muito aprendizado. Foto: Pedro Motta
A turma de Vanja empina pipa no pátio da escola: brincadeira, sim, mas com muito aprendizado. Foto: Pedro Motta 
A cada dois meses, Vanja Leila da Conceição Ferreira, 44 anos, professora de Educação Física da Escola Municipal Professora Cândida Junqueira, em Três Corações (MG), muda a modalidade esportiva que ensina aos alunos. Por isso, ela não titubeou quando a molecada pediu para empinar pipas. Assim surgiu este projeto. "Educação Física é mais do que jogar bola. Além de ensinar esportes, dança e psicomotricidade, gosto de trabalhar com o resgate da cultura brasileira e com o respeito à ética e às regras", justifica a professora, que tem 22 anos de magistério.

Passo-a-passo e metodologia
1. Pesquisa sobre o brinquedo
Nada de sair pelo pátio procurando o melhor vento para o papagaio subir. Antes de a brincadeira começar, a turma de Vanja tinha muita coisa a aprender. Primeiro, a classe foi dividida em grupos e todos fizeram uma pesquisa na internet sobre a origem da pipa. Uma equipe descobriu que vários povos antigos, tanto do Oriente quanto do Ocidente, registraram em forma de desenhos objetos que podiam voar controlados por fios. Outro grupo encontrou relatos revelando que, em tempos de guerra, os soldados usavam o artifício para informar onde havia gente viva e assim acionar o resgate para os feridos. Foi divertido constatar que pipa é apenas uma das mais de 20 denominações do brinquedo existentes no Brasil. Ela é chamada de barril ou bolacha nos estados do Centro-Oeste; pepeta no Amazonas; raia no Paraná; califa no Rio de Janeiro; lebreque no Maranhão; pandorga no Rio Grande do Sul; cafita em Minas Gerais...

2. Uma base científica para a brincadeira A própria Vanja foi para o computador com os alunos pesquisar na internet sobre os possíveis formatos da pipa, os tipos de rabiola mais eficientes, os mecanismos de vôo e os problemas que podem ocorrer para colocá-la no ar. Depois disso, Vanja convidou colegas de outras disciplinas para conversar com a turma e tirar as dúvidas surgidas com as novas informações. Uma professora de Ciências explicou por que o objeto voa ao ser puxado durante a corrida. Outro, também de Ciências, falou sobre a resistência dos diversos materiais que podem ser usados na confecção - dando inclusive opções para o papel de seda, como o saco de supermercado ou de padaria, acessível a todos -, as melhores linhas, os formatos mais adequados e os tipos de madeira para as varetas. Foi importante também a aula no laboratório, onde a garotada aprendeu a fazer o grude - e, de lambuja, a história da cola e da goma arábica. Antes de partir para a finalização do projeto, a professora convidou um bombeiro para dar palestra sobre os cuidados necessários ao brincar de pipa: não soltá-la em dias de chuva nem perto de fios para não levar choque; não usar cerol nem linha metálica para evitar cortes que podem, às vezes, ser fatais; não brincar em lajes, telhados ou ruas movimentadas, prevenindo assim quedas e atropelamentos. Com essas informações, os estudantes fizeram uma paródia da música É Proibido Fumar, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos.
3. Fazer, empinar e curtir Na última fase do projeto, Vanja convidou um professor de Educação Física de outra escola para fazer com os alunos uma oficina de confecção dos quadrados. Ele explicou a importância da corrida inicial, a força necessária e o movimento que deve ser feito com o braço para a pipa subir. No final, ela organizou um concurso para testar o aprendizado. Os alunos levaram o próprio material, tiveram uma hora e meia para confeccionar a bolacha e dez minutos para empiná-la. No dia do evento, mais de 80 estavam no ar. Apesar da participação ativa de todos, Vanja refletiu melhor e acredita que, ao repetir o projeto, não fará competição, somente um evento em que os alunos possam curtir a brincadeira sem se preocupar com a premiação.
Tema do trabalho 
A pipa, sua história e sua ciência
5ª série
Objetivos e conteúdos
Para que a diversão fosse completa, Vanja quis que a turma aprendesse as técnicas necessárias para soltar pipa, a história do brinquedo e como curtir a atividade sem perigo. Os alunos estudaram ainda os diversos nomes que o objeto feito com varetas de madeira ou bambu tem em diferentes estados brasileiros e os conceitos físicos que explicam como as pandorgas voam. Mas o objetivo principal da professora era o desenvolvimento emocional da turma por meio do trabalho em grupo e do movimento corporal.

Avaliação
Durante todo o projeto, as crianças registraram no caderno de Educação Física os conhecimentos adquiridos, em forma de relatórios e textos dissertativos. Ao ler os relatos - e durante a oficina de pipas -, Vanja constatou que todos compreenderam as normas de segurança, os mecanismos que fazem a pipa voar e os possíveis defeitos que a impedem de ganhar altura. A professora percebeu também que a turma sentiu-se valorizada ao ver uma atividade tão agradável transformada em conteúdo escolar.

testanto as Propriedades do ar com Pipa


Testando as propriedades do ar fazendo Pipa.

6º Ano E.F - Prof. Karin Ciência, Descobertas e Pesquisas Além do aspecto puramente lúdico, de lazer e encantamento diante das possibilidades de fazer com que os ventos trabalhem a nosso favor, as pipas, ao longo da história, tiveram uma importância fundamental nas pesquisas e descobertas científicas. O inglês Roger Bacon, no ano de 1250, escreveu um longo estudo sobre as asas acionadas por pedais, tendo como base experiências realizadas com pipas. O gênio italiano Leonardo Da Vinci, em 1496, fez projetos teóricos com nada menos que 150 máquinas voadoras, também baseados na potencialidade das pipas. No século 18, época das grandes descobertas, o brasileiro Bartolomeu de Gusmão mostrou os projetos de sua aeronave Passarola ao rei de Portugal, graças a estudos conseguidos através das pipas. Em 1749, na Grã Bretanha, Alexandre Wilson empinou um série de seis pipas presas em uma mesma linha (trem), cada qual carregando um termômetro, conseguindo determinar as variações de temperatura, em função das diferentes altitudes. Em 1752 uma experiência de Benjamim Franklin demonstrou definitivamente a importância das pipas na história da Ciência. Prendendo uma chave ao fio da pipa, ele a empinou num dia de tempestade. Acontece que a eletricidade das nuvens foi captada pela chave e pelo fio molhado, descobrindo assim o para-raios. George Cayley, em 1809, realizou, através das pipas, o primeiro pouso acontecido na História, experiência com fundamentos aeronáuticos que mais tarde seria utilizado pela NASA através do engenheiro americano Francis M. Rogallo com as naves Apolo, que criou assim os pára-quedas ascensionais (parawings), que permitem ainda hoje um perfeito controle ao retorno à terra das cápsulas espaciais. Foi através das pipas que o grande Santos Dumont conseguiu voar no famoso 14 Bis que, no final das contas não deixa de ser uma sofisticada pipa com motor. Em 1894, B.F.S. Baden Pawell o irmão mais novo de Baden Pawell, o fundador do escotismo, elevou-se três metros do chão por um trem de quatro pipas hexagonais com 11 metros de envergadura cada, tornando-se o primeiro homem erguido do chão com auxílio de pipas, fato que mais tarde seria repetido em escala militar por exército durante a 1ª Grande Guerra Mundial. Em 12 de dezembro de 1921, Marconi utilizou pipas para fazer experiências com a transmissão de rádio, teste que, mais tarde, seriam utilizados por Graham Bell em seu invento, o telefone. Mais recentemente, durante a II Guerra Mundial, uma pipa em forma de águia seria empregada pelos alemães para observar a movimentação das tropas aliadas ou como alvo móvel para exercícios de tiros. Os exemplos se multiplicam. Nós brasileiros conhecemos as pipas através dos colonizadores portugueses por volta de 1596 que, por sua vez, as conheceram através de suas viagens ao Oriente. Um fato pouco conhecido de nossa História deu-se no Quilombo dos Palmares, quando sentinelas avançadas anunciavam por meio de pipas quando algum perigo se aproximava - mais uma prova de que a pipa era conhecida na África há muito mais tempo, pois os negros já a cultuavam como oferenda aos deuses. (...) Através desses fatos temos uma gama muito grande de utilização das pipas através dos tempos. Elas simbolizam o poder espiritual dos homens, um grande instrumento na busca de novas descobertas e objeto capaz de tornar realidade o antigo desejo de voar, o sonho de Ícaro e de toda humanidade.



Riscos Da pipa

Empinar pipas - atenção aos riscos!

Empinar pipas atenção aos riscos
Empinar pipa é brincadeira que as crianças adoram. E nos meses de férias, tudo contribui para a vontade de querer “tocar o céu com a ponta dos dedos” aumentar.
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Embora a atividade encante os pequenos, é preciso alguns cuidados para a diversão não se tornar risco.Sem orientação e lugar adequado, soltar pipa pode se transformar em perigo para a segurança das crianças e transtornos para a população.
Além das perigosas descargas elétricas, quando enroscadas em postes, transformadores e cabos elétricos, as pipas provocam curtos-circuitos e acionamento de chaves e disjuntores para proteção de equipamentos instalados na rede elétrica, tendo como conseqüência a interrupção do fornecimento de eletricidade e até a queima de eletrodomésticos na vizinhança.
Outro fator perigoso é a linha com cerol (mistura de vidro, cola e outros ingredientes). Em contato com os cabos de energia, pode provocar curto-circuito e descarga elétrica. A linha também pode romper o fio elétrico e, dessa forma, provocar o corte de energia elétrica, além da grande possibilidade de o fio atingir alguma pessoa, gerando um acidente de conseqüências trágicas.
Muitas vezes as crianças não tem noção do que pode ocorrer, por isso converse com seu filho sobre essas orientações:
- Soltar pipa apenas em locais afastados da rede elétrica, em campos abertos ou parques;
- Nunca use fios metálicos nem papel laminado para confeccionar a pipa, eles são como condutores de energia e podem causar choques fatais;
- Se a pipa ficar presa nos fios elétricos, não tente retirá-las. Nunca use varas nem suba no poste para tirar uma pipa, o choque nestes casos é fatal;
- Se a pipa cair em uma árvore que esteja tocando a rede elétrica, é perigoso tentar retirar, pois o movimento dos galhos pode provocar curto-circuito e choques;
- Não use cerol. Além do risco de ferir ou mesmo matar, o cerol costuma cortar os fios de alta e baixa tensão. Vale lembrar que, o uso de cerol é proibido e constitui um grande risco para as pessoas. Ele pode provocar acidentes graves com ciclistas e motociclistas;
- Linhas metalizadas conduzem energia e aumentam o perigo de choques;
- Não jogue objetos na rede de energia elétrica, como arames, correntes e cabos de aço;
- Em caso de relâmpagos, recolha a pipa imediatamente. Não solte pipas em dias de chuva ou vento muito forte;
- Prefira pipas que não precisem de rabiola;
- Não suba em telhados, lajes, postes ou torres para recuperar pipas;
Caso presencie um acidente desse tipo, para separar a vítima do condutor de energia use objetos de borracha ou madeira, evitando os de metal ou que estejam molhados. Lembre-se, o simples ato de tentar puxar uma pipa presa aos fios da rede elétrica pode provocar uma violenta descarga elétrica, capaz de levar à morte.
Por Karina Conde
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Depoimento sobre Pipa

Depoimento Família Almeida Paiva

Meu filho, Rodrigo Antonio e tem 10 anos. Obtivemos seu
diagnóstico com 1 ano e 10 meses, pois nesta época ele foi
parando de falar e não fixava mais o olhar (contato visual) quando era solicitado.

Rodrigo é hiperativo e por isso chegou a tomar vários remédios, porém eu não notava nenhuma melhora considerável e isso me fez buscar outras formas de tratamento.

No final do mês de agosto de 2009, conheci o projeto PIPA e observando as crianças e a Terapia de Vida Diária TVD, resolvemos investir e acreditar na idéia do projeto que baseia-se em tratar as crianças autistas sem o uso de nenhum medicamento, realizando várias atividades físicas e alguns esportes para liberar as endorfinas e com isso os autistas conseguem lidar melhor com as suas inseguranças, medos e desafios, e a TVD aliada à parte física promove autonomia, independência e em um futuro próximo, pretendemos uma profissionalização e inclusão no mercado de trabalho.

Neste ano de projeto, aplicando na escola e em casa o que é ensinado, Rodrigo teve muitas conquistas. Por exemplo: comer corretamente com o uso do garfo e faca, escovar os dentes e tomar banho sozinho, aprendeu a andar de bicicleta, monociclo, perna de pau, patinete, pula-pula, trocar e dobrar roupas sozinho, iniciou a alfabetização e está iniciando aulas de música com alguns instrumentos.

Mas, o mais importante para nós, pais, está sendo o seu diploma para a VIDA. Pois estamos convictos que esse é o caminho que devemos seguir.

Família Almeida Paiva
A educação continuada do PIPA, (24hs), fez com que mudássemos muitos hábitos, conceitos e costumes em casa e em nós,
Não existe mais a preocupação que havia quando não estivéssemos mais com ele.

Hoje, Rodrigo tem prazer em ir à escola, tem amigos, está conquistando a sua autonomia, autodisciplina, e independência.

Enfim, me encantei com o projeto e posso dizer a vocês que é maravilhoso para a família e para as crianças.
O projeto nos mostrou a LUZ no final do túnel.

Somos eternamente gratos ao projeto PIPA que só faz o bem para essas crianças, faço votos que o projeto cresça, levando
ESPERANÇA e AMOR para todos os lares que necessitarem.

Muitíssimo OBRIGADA.

Dra Maria Angélica Paiva e família

Modelos de Pipa

Modelos de pipa: Conheça os tipos e estilos mais atuais do mundo

Modelos de pipa: Conheça os tipos e estilos mais atuais do mundo Galeria Pipa, papagaio, cafifa, pandorga, arraia, pepeta, quadrado...

Chame como preferir, esse é o brinquedo que alcança alturas que todos nós gostaríamos de alcançar; que tem o poder de fazer o que todos gostaríamos de fazer: simplesmente voar.

Mas elas podem ser muito diferentes umas das outras, você sabia? Se você gosta de pipas, confira os mais diversos modelos que existem em todo o mundo!

Pipas : Suru, Raia

Pipas : Suru, Raia É uma pipa composta de apenas duas varetas de bambu armadas em formato de cruz e completamente encapada por um papel, normalmente seda, desempenhando a função de asa, sustentando a pipa no ar. Esta pipa não possui rabiola, e é bem comum aqui no Brasil.

Para fazê-la, você precisará de:

Duas varetas de bambu, papel de seda, cola e uma boa quantidade de fio resistente (fio 10, por exemplo).

Como fazê-la:

Junte as varetas de bambu, montando uma cruz. Cuide para que as varetas tenham extremidades proporcionais e não fique torta. Em seguida, passe a linha em volta da união das duas varetas de bambu, enrole até que elas estejam bem firmes uma na outra.

Depois você já pode encapá-la com o papel liso ou estampado de sua preferência, usando uma boa cola para fixar bem o papel no bambu. Encape a partir do cruzamento dos bambus até a ponta mais extrema embaixo. Depois que a cola secar, sua pipa estará pronta!

Raia:

A pipa Raia é muito parecida com a pipa Suru, suas diferenças são bem pequenas: na pipa Raia as varetas de bambu são cruzadas uma no meio da outra, com todas as extremidades iguais, o que dá a pipa Raia o formato de um losângulo.

O material para fazer a pipa Raia é o mesmo para fazer a pipa Suru.

Já o modo de fazer a pipa Raia é quase igual ao modo de fazer uma pipa Suru. Só o que muda, é que você irá encapá-la de ponta a ponta.

Pipas: Peixinho e Pipas de Biquinho

Pipas: Peixinho e Pipas de Biquinho Ainda lembra-se da pipa Raia? Então, a Peixinho é igual à pipa Raia, porém esta deverá possuir uma cauda - a rabiola - que serve para a pipa ganhar mais estabilidade no ar.

Portanto, se seu interesse passou a ser a pipa Peixinho, faça a pipa daquele mesmo jeito.

Agora saiba como fazer a rabiola para sua pipa:

De uma sacola de plástico, ou daqueles sacos de lixo, recorte tirinhas de 1,5cm de largura por 40 cm de comprimento.

Então, com um espaço de 10 cm entre uma tirinha e outra, prenda as tirinhas na linha que deverá sobrar da ponta de baixo da pipa.

Observação: prenda as tirinhas da sacola com a própria linha, se você usar as próprias tirinhas para fazer os nós, elas escorregarão pela linha assim que sua pipa começar a tomar altura.

Pipa de Biquinho:

Você já deve ter visto esse modelo de pipa sobrevoando você e com certeza se encantou. A Pipa de Biquinho sempre chama a atenção com a sua rabiola imensa e o bico comprido. O corpo desta pipa é mais comprido e sendo assim mais bicudo, mas o diferencial desta pipa ainda está na cauda.

Ou seja, para fazê-la você pode seguir a idéia da Pipa Suru, porém para ela ficar bicuda, a vareta que fica em pé deve ser ligeiramente mais comprida do que a vareta que ficará na posição horizontal;

Depois basta colocar uma rabiola bem extravagante nela e você terá como resultado uma Pipa de Biquinho.

Pipa Pião

Pipa Pião
Essa pipa com toda a certeza chama muito a atenção de quem se depara com uma dessas no céu. Sendo um dos maiores modelos de pipa, ela necessita de uma cauda bem também para poder se sustentar no ar. O legal desta pipa, é que por mais longe que ela voe você tem mais chance de diferenciá-la das outras.

Você determina o tamanho com o qual ela ficará no final de acordo com o tamanho das varetas de bambu que você usará para montar sua estrutura.

Para montar uma Pipa Pião você precisará de:

Três varetas de bambu, sendo que uma deve medir de 60 cm a 75 cm e as outras duas - iguais - devem medir de 40 cm a 45 cm.

Linha fio 10, cola e papel de seda liso ou com uma estampa de sua preferência.

Como montá-la:

Primeiramente, você fará uma cruz com a vareta maior e uma das menores, lembrando que a maior deverá ficar em pé. Então amarre essas duas varetas bem firmes uma na outra, com a linha fio 10.

Feito isso, a vareta que sobrou você coloca exatamente entre a primeira vareta deitada e a ponta de baixo da vareta que ficou de pé, amarrando bem firme com a linha fio 10.

A Pipa Pião, como a Suru, não fica completamente encapada, você deverá encapá-la desde a primeira união de varetas que fez, até a ponta de baixo da estrutura da pipa.

Depois de encapada, basta fazer uma cauda extravagantemente grande como na Pipa de Biquinho, e sua Pipa Pião estará pronta!

Pipas Modelos

Pipas Modelos São pipas cujo modelo, forma, tamanho, cor e absolutamente nada é definido. A pipa modelo é uma pipa conhecida, antes de tudo, por sua beleza.

Ela é um modelo único, que está à escolha de cada um.

A Pipa Modelo costuma estar presente em Competições e Festivais de Pipas, sempre encantando o público ao atingir o céu com sua beleza única.

Nome das Pipas em outros paises

NOMES DADOS ÀS PIPAS EM REGIÕES BRASILEIRAS
E OUTROS PAÍSES
 
Brasil
Papagaio - Em todo o Brasil
Raia - Norte do Paraná até Curitiba
Quadrado e Papagaio - Interior de São Paulo
Curica, Cângula, Jamanta, Pepeta, Casqueta e Chambeta - Norte
Pipa - São Paulo (capital) e Rio de Janeiro
Arraia, Morcego, Lebreque, Bebeu, Coruja e Tapioca - Nordeste
Barril e Bolacha - Nordeste
Estilão e Pião - Sudeste
Pandorga - Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sul do Paraná
Cafifa - Niterói
Maranhão - Minas Gerais e algumas regiões do interior de São Paulo
 
Outros Paises
Cometa - Espanha, Uruguai e alguns países de língua castelhana
Papalote - México
Barrilete - Argentina
Papagaio - Portugal
Kite - Inglaterra, Estados Unidos e todos os países de língua inglesa
Tayara - Líbano
Cerfvolant - França e países de língua francesa
Aetos - Grécia
Drachen - Alemanha Wau - Malásia
Aquiloni - Itália e países de língua italiana Sarkany - Hungria
Takô - Japão Leijani - Finlândia
Shirosshi e Shiem - China Vliegers - Holanda
Drak - Tchecoslováquia (em Tcheco) Drakar - Suécia
Jarkan - Tchecoslováquia (em Eslavo) Didak - Bélgica
Volantin - Chile e alguns países de língua castelhana
Wau - Malásia
Sarkany - Hungria
Leijani - Finlândia
Vliegers - Holanda
Drakar - Suécia
Didak - Bélgica
Stell - Em Basco (região de Barcelona - Espanha)
Atok´er - Língua Maya
Tchiang - Nepal
Patang - India , Afeganistão
Vozdouchnei - Zmiei - Rússia
Chiriachirou - Sri Lanka
Caidéu - Vietnam
Wau - Indonésia
Yoah - Coréia
Tairawakia - Iran , Iraque , Baren

Brincadeiras Folclóricas

Brincadeiras Folclóricas

amarelinhaBrincadeiras Populares ou brincadeiras Folclóricas, são aquelas brincadeiras antigas e que são passadas de geração para geração mantendo suas regras básicas de origem. Muitas delas existem há séculos, e por vezes costumam ter variações ou sofrer modificações de acordo com a região do Brasil, porém os objetivos das brincadeiras são sempre os mesmos. A preservação destas brincadeiras é muito importante pra a preservação da história e do folclore do nosso país. O mês de Agosto é dedicado ao folclore por isso por isso o Portal Brasil Cultura apresenta abaixo algumas brincadeiras famosas e interessantes que ainda hoje agradam as crianças de diversas faixas etárias.


pipaPipa: Também conhecida como papagaio, pandorga, raia, é geralmente uma brincadeira para meninos, e são feitas de papel de seda colorido e varetas de madeira. Em dia de vento as pipas são soltas pelos meninos, através do fio que as prende a um carretel o menino pode manusea-la nos céus. Entretanto é bom lembrar que as pipas não vem ser soltas perto  da rede elétrica já que a mesma pode encostar num fio do poste e causar um choque violento. O bom é soltar a pipa na praia, ou no campo.

esconde_escondeEsconde-esconde: A criança tem de se esconder e não ser encontrada, a criança que deverá procurar os demais elementos do grupo deve permanecer de olhos fechados e contar até 10 para que todos tenham tempo de se esconder. Após a contagem, a criança sai em busca dos amiguinhos que estão escondidos. Para ganhar, a criança que está procurando deve encontrar todos os escondidos e correr para a base.
pegaPega-pega: Esta brincadeira envolve muita atividade física. Uma criança deve correr e tocar outra. A criança tocada passa ter que fazer o mesmo.


bola-de-gudeBolinha de gude: Bolinhas coloridas e feitas de vidro, são jogadas num circulo feito no chão de terra pelos meninos. O objetivo é bater na bolinha do adversário e tira-la de dentro do circulo  para ganhar pontos ou a própria bola do colega.

34--bafo bafoBate figurinha: Os meninos reúnem as figurinhas dos álbuns que são repetidas, fazem um montinho e batem a mão sobre elas, as que virarem ao contrário é ganha por quem bateu a mão. O jogo é feito de comum acordo entre todos, e só vale bater figurinhas repetidas para que ninguém saia no prejuízo.


03piaoRoda Pião: Feitos de madeira, os piões são rodados no chão através de um barbante que é enrolado e puxado com força.  Para deixar mais emocionante a brincadeira, muitos meninos fazem malabarismo com os piões enquanto eles rodam. O mais conhecido é pegar o pião com a palma da mão enquanto ele está rodando.
Além de todas estas brincadeiras antigas também temos no folclore brasileiro muitos contos, danças, festas e lendas que podem divertir as crianças e transmitir-lhes a nossa cultura popular.